Ah, que saudade do tempo que eu era criança!
Quando não se fazia esforço pra ter esperança.
Quando o brinquedo quebrado no dia passado,
era minha mais triste lembrança.
Ah, que saudade do tempo que eu era criança!
Quando a cada tombo alguém vinha me levantar.
E se eu chorasse,sempre tinha alguém pra me abraçar.
Ah, que saudade do tempo que eu era criança!
Quando os medos eram bobos e normais.
Quando coisas como chorar e querer colo,eram super naturais.
Ah, que saudade do tempo que eu era criança!
Quando toda e qualquer pequena conquista,era motivo de festa.
Quando minha maior dor era apenas um redondo galo na testa.
Ah,que saudade do tempo que eu era criança!
Quando crescer parecia tão distante.
Quando se lambuzar nao era uma gafe tão importante.
Quando eu achava o máximo comer bolo com refrigerante.
Ah,que saudade do tempo que eu era criança!
Quando eu achava que tudo caia do céu.
Quando eu ainda acreditava na vinda do Papai Noel.
Quando eu girava sonhando no carrossel.
Hoje o carrossel é o da vida.
Que gira em meio a encontros e despedidas,
onde cada ponto,é um ponto de partida.
(Luana Martins)
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
Em Português Claro
Pois agora vai.
Deixa o novo te seduzir.
Deixa o frescor do vento te invadir.
E não volte em mim,
ainda que seja só por passar.
A vida é uma estrada sem fim.
Aqui aprendemos,plantamos e colhemos.
Mesmo com a maré calma,é bom
nunca esquecer pra que servem os remos.
Vai pra sempre, vai.
Sempre há estrada,seja qual for a direção.
Sempre haverá outro rumo,outra opção.
E porque não chorar?
Faxina da alma nunca faz mal.
E porque nao sentir?
O tempo se encarrega.
Ele sabe como agir.
Vai entender porque isso tudo...
Vai entender todo esse nada...
Palavras opostas aguardando tradução.
Perdido se encontra o sujeito dentro da própria oração.
Meus adjetivos permanecerão intáctos.
Pois essência nao se muda.
E que o verbo de ordem seja recomeçar...
Por que a vida sempre continua.
(Luana Martins)
Deixa o novo te seduzir.
Deixa o frescor do vento te invadir.
E não volte em mim,
ainda que seja só por passar.
A vida é uma estrada sem fim.
Aqui aprendemos,plantamos e colhemos.
Mesmo com a maré calma,é bom
nunca esquecer pra que servem os remos.
Vai pra sempre, vai.
Sempre há estrada,seja qual for a direção.
Sempre haverá outro rumo,outra opção.
E porque não chorar?
Faxina da alma nunca faz mal.
E porque nao sentir?
O tempo se encarrega.
Ele sabe como agir.
Vai entender porque isso tudo...
Vai entender todo esse nada...
Palavras opostas aguardando tradução.
Perdido se encontra o sujeito dentro da própria oração.
Meus adjetivos permanecerão intáctos.
Pois essência nao se muda.
E que o verbo de ordem seja recomeçar...
Por que a vida sempre continua.
(Luana Martins)
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Estações
Já foi o inverno,deixando as folhas no chão.
E então,chega a primavera, renovando
as esperanças pro meu coração.
Um novo ciclo.
Deixando ir embora aquilo que
não deve ficar.
Trazendo tudo o que precisa
em nossa vida passar.
E eu quero novos ventos.
Assim como nas velas,
quero que eles soprem em mim.
Quero sentir toda vida que há.
Quero saber e viver a novidade do fim.
Deixa estar a primavera,com toda
sua beleza e alegria.
E deixa vir com força a próxima estação.
Preciso mesmo sentir o gosto
quente e marcante do verão.
(Luana Martins)
E então,chega a primavera, renovando
as esperanças pro meu coração.
Um novo ciclo.
Deixando ir embora aquilo que
não deve ficar.
Trazendo tudo o que precisa
em nossa vida passar.
E eu quero novos ventos.
Assim como nas velas,
quero que eles soprem em mim.
Quero sentir toda vida que há.
Quero saber e viver a novidade do fim.
Deixa estar a primavera,com toda
sua beleza e alegria.
E deixa vir com força a próxima estação.
Preciso mesmo sentir o gosto
quente e marcante do verão.
(Luana Martins)
sábado, 17 de setembro de 2011
Apenas um inverno
Eu quis escrever.
Mas a inspiração não me acompanhou.
E eu que sempre faço da dor poesia,
percebi que desta vez não havia
nada pra se transformar.
De tão acostumado a ficar só,
meu coração já não vê a ausência
daquele que vinha ausente.
Foi tudo isso!
Em pouco tempo,nada disso.
Mas o que se há de fazer quando o chão
torna-se um leito confortável?
Pois às vezes nos acotumamos áquilo que imaginamos merecer.
Aos poucos,saem as palavras.
Mas já não é dor transformada.
E sim,certeza adquirida.
Certeza de que não termina aqui a caminhada.
Ainda há muitos céus pra se chegar.
E quanto mais forte vai ficando o luar,
mais certeza a Lua tem de que seu brilho
não pode por muito tempo se apagar.
(Lua Martins)
Mas a inspiração não me acompanhou.
E eu que sempre faço da dor poesia,
percebi que desta vez não havia
nada pra se transformar.
De tão acostumado a ficar só,
meu coração já não vê a ausência
daquele que vinha ausente.
Foi tudo isso!
Em pouco tempo,nada disso.
Mas o que se há de fazer quando o chão
torna-se um leito confortável?
Pois às vezes nos acotumamos áquilo que imaginamos merecer.
Aos poucos,saem as palavras.
Mas já não é dor transformada.
E sim,certeza adquirida.
Certeza de que não termina aqui a caminhada.
Ainda há muitos céus pra se chegar.
E quanto mais forte vai ficando o luar,
mais certeza a Lua tem de que seu brilho
não pode por muito tempo se apagar.
(Lua Martins)
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Sem comentários...
Começo esse post com os seguintes links:
http://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=252845668083196&set=o.110287839017363&type=1&theater
Após abrirem e ver tamanha falta de humanidade, perguntem-se: para onde estamos caminhando?
http://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=10150218803549346&set=o.110287839017363&type=1&theater
Após abrirem e ver tamanha falta de respeito, perguntem-se: para onde estamos caminhando?
O primeiro mostra a dor do animal(irracional) tendo seu pescoço quebrado por um animal(racional).
O segundo mostra a dor de um Cacique Xingu ao saber que a nossa presidente Dilma,autorizou o inicio das construções de Belo Monte (projeto de construção de uma usina hidrelétrica em um trecho de mais de 100 quilómetros no Rio Xingu).E a dor se dá,porque o Cacique sabe a proporção que tomará tal feito.Serão inundados no mínimo 400.000 hectares de floresta.As famílias indígenas que habitam essa área serão prejudicadas,a fauna que habita a área será prejudicada...enfim.
Agora me pergunto: por que não foi realizado um plebiscito para que essa decisão fosse tomada?Para elegerem os governantes pedem minha opinião e para destruir um patrimônio de todos não querem nem saber o que o povo brasileiro pensa sobre o assunto?"Campanha contra o desarmamento" Vamos lá povo brasileiro!Faça sua parte.Participe!Agora para retirar um bem natural que é meu,seu e de nossos filhos,não fazem a mínima questão que estejamos por dentro disso.Não venha chorar Dilma Rousseff quado mais um desequilibrado entrar em uma escola e assassinar várias crianças.Não venha alegar pena dos brasileirinhos.Pois não está tendo pena agora dos brasileiros e brasileirinhos que serão prejudicados com sua liberação,ou pior,que ainda não estão aqui para ver tamanha falta de respeito com nosso povo.
Não vejo muita diferença do primeiro link para o segundo.Afinal a morte um ou vários animais pra mim não é diferente.
Socorro!!!!!Precisamos urgentemente humanizar o humano!!!!
É...já perguntava renato Russo em 1975:"QUE PAÍS É ESSE?" Será que Renato estava fazendo uma previsão para o futuro?Ou será que o sistema é que nada mudou?Enfim...
Encerro esse post deixando aqui bem claro minha tristeza e revolta,não pelo fato de ser brasileira,pois o Brasil não é o único país com esses tipos de problemas.Mas sim por ver a raça humana sendo cada vez mais bestificada,monstrificada e desumanizada.
(Lua Martins)
http://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=252845668083196&set=o.110287839017363&type=1&theater
Após abrirem e ver tamanha falta de humanidade, perguntem-se: para onde estamos caminhando?
http://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=10150218803549346&set=o.110287839017363&type=1&theater
Após abrirem e ver tamanha falta de respeito, perguntem-se: para onde estamos caminhando?
O primeiro mostra a dor do animal(irracional) tendo seu pescoço quebrado por um animal(racional).
O segundo mostra a dor de um Cacique Xingu ao saber que a nossa presidente Dilma,autorizou o inicio das construções de Belo Monte (projeto de construção de uma usina hidrelétrica em um trecho de mais de 100 quilómetros no Rio Xingu).E a dor se dá,porque o Cacique sabe a proporção que tomará tal feito.Serão inundados no mínimo 400.000 hectares de floresta.As famílias indígenas que habitam essa área serão prejudicadas,a fauna que habita a área será prejudicada...enfim.
Agora me pergunto: por que não foi realizado um plebiscito para que essa decisão fosse tomada?Para elegerem os governantes pedem minha opinião e para destruir um patrimônio de todos não querem nem saber o que o povo brasileiro pensa sobre o assunto?"Campanha contra o desarmamento" Vamos lá povo brasileiro!Faça sua parte.Participe!Agora para retirar um bem natural que é meu,seu e de nossos filhos,não fazem a mínima questão que estejamos por dentro disso.Não venha chorar Dilma Rousseff quado mais um desequilibrado entrar em uma escola e assassinar várias crianças.Não venha alegar pena dos brasileirinhos.Pois não está tendo pena agora dos brasileiros e brasileirinhos que serão prejudicados com sua liberação,ou pior,que ainda não estão aqui para ver tamanha falta de respeito com nosso povo.
Não vejo muita diferença do primeiro link para o segundo.Afinal a morte um ou vários animais pra mim não é diferente.
Socorro!!!!!Precisamos urgentemente humanizar o humano!!!!
É...já perguntava renato Russo em 1975:"QUE PAÍS É ESSE?" Será que Renato estava fazendo uma previsão para o futuro?Ou será que o sistema é que nada mudou?Enfim...
Encerro esse post deixando aqui bem claro minha tristeza e revolta,não pelo fato de ser brasileira,pois o Brasil não é o único país com esses tipos de problemas.Mas sim por ver a raça humana sendo cada vez mais bestificada,monstrificada e desumanizada.
(Lua Martins)
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Último Suspiro
Quem me dera...
Respirar aquele ar de antes,
com cheiro de novo e cor de puro.
Quem me dera...
Sentir ainda aquelas velhas águas cristalinas,
tão claras que não poderíamos imaginar
o que é hoje,esse triste futuro.
Quem me dera...
Provar que existe ainda a colorida esperança,
ou pelo menos o verde,agora já desbotado.
Quem me dera...
Fazer com que esse ser nada humano compreenda
que na insaciável sede de um presente,
vem destruindo e consumindo um rico passado.
Quem me dera...
Tocar o coração de quem desfaz
aos poucos o ciclo da vida.
Quem me dera...
Ter o dom de tocar o coração,
para que a melodia não mais fosse a da despedida.
(Lua Martins)
Respirar aquele ar de antes,
com cheiro de novo e cor de puro.
Quem me dera...
Sentir ainda aquelas velhas águas cristalinas,
tão claras que não poderíamos imaginar
o que é hoje,esse triste futuro.
Quem me dera...
Provar que existe ainda a colorida esperança,
ou pelo menos o verde,agora já desbotado.
Quem me dera...
Fazer com que esse ser nada humano compreenda
que na insaciável sede de um presente,
vem destruindo e consumindo um rico passado.
Quem me dera...
Tocar o coração de quem desfaz
aos poucos o ciclo da vida.
Quem me dera...
Ter o dom de tocar o coração,
para que a melodia não mais fosse a da despedida.
(Lua Martins)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Simplesmente...
Livre é aquele que se permite invadir...
Pela força do acaso,pelo ritmo e o compasso.
Leve,sereno.Quase imperceptível.
Não procure muito longe,
Permita-se enxergar o invisível.
Sentir o que pro coração faz sentido.
Respirar tudo aquilo que puder ser vivido.
Não há extravagância.
Sua marca é a simplicidade.
Suavemente forte,chegando sem avisar.
Revelando aos poucos suas essência e verdade.
Tem o brilho do sol.
A beleza do mar.
A paciência da borboleta,e toda leveza do ar.
Que seja sempre único,pois igual sentimento não há.
Que aconteça,durando tempo bastante para se eternizar,
E que nasça dentro de cada ser vivente.
Pois todos merecem sentir e viver o que é amar.
(Luana Martins)
Pela força do acaso,pelo ritmo e o compasso.
Leve,sereno.Quase imperceptível.
Não procure muito longe,
Permita-se enxergar o invisível.
Sentir o que pro coração faz sentido.
Respirar tudo aquilo que puder ser vivido.
Não há extravagância.
Sua marca é a simplicidade.
Suavemente forte,chegando sem avisar.
Revelando aos poucos suas essência e verdade.
Tem o brilho do sol.
A beleza do mar.
A paciência da borboleta,e toda leveza do ar.
Que seja sempre único,pois igual sentimento não há.
Que aconteça,durando tempo bastante para se eternizar,
E que nasça dentro de cada ser vivente.
Pois todos merecem sentir e viver o que é amar.
(Luana Martins)
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